sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Rretrocesso do Estado brasileiro

Existe uma ordem natural e até uma orientação espiritual de que "tudo" se encontra em processo de evolução, mas aqui pra nós, às vezes eu acho que dentro desse processo de evolução, por motivo de circunstancias outras, algumas coisas e/ou situações passarão por um processo de degeneração, para dar sustentáculo a outro quesito dentro da macrocidade da própria evolução do Universo... Eu fiz um comentário há dias atrás para alguns amigos, que ainda iríamos perder a laicidade do Estado brasileiro. Ou seja, com essa “invasão” de igrejeiros neopentecostais dentro do congresso brasileiro, e, com essa adesão das massas mais ‘desgraçadas’ do país a essas igrejas, corremos o risco de um dia, quem sabe daqui a uns 30, 40 ou 50 anos, poderemos ter um estado teocrático. Mesmo sabendo que o planeta terra irá passar por um processo de regeneração tornando assim as pessoas melhores do que antes (a terra será habitada por pessoas que realmente transformam-se em seres humanos mais sensíveis a prática do amor...), em contraponto, as expiações serão frequentes, os desencarnes coletivos, as catástrofes naturais, os problemas morais, econômicos também surgirão como processo da própria regeneração do planeta...

domingo, 3 de fevereiro de 2013

PT: crítica e autocrítica | Opinião | O POVO Online



No início dos anos 80 eu era filiado ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro), nessa época o MDB era o maior e o mais conceituado partido de oposição às forças reacionárias do país. Também nesse período surgia o PT, nascido do movimento sindical no ano de 1979, firmando-se mais tarde como o maior partido de esquerda do Brasil, o qual atraiu muitos jovens, principalmente universitários pelas propostas de mudança para um país mais justo e igualitário.
No final dos anos 80 eu fui morar na cidade de Limoeiro do Norte, e fui convidado a ingressar ao PT, mais preciso em 1988. Militei por alguns anos naquela cidade, a qual criei raízes, e, até hoje guardo muitas recordações da época em que participei do movimento político. As campanhas de Lula contra Fernando Collor em 1989, e a primeira disputa eleitoral contra Fernando Henrique.
No ano de 1994 voltei para Aracati, fui convidado por alguns integrantes do PT local para participar de algumas reuniões, mas não fiz minha filiação. Depois, resolvi fazer minha política individual sem ingressar em nenhum partido, mas procurando atuar de maneira mais discreta.

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